Cole até 1.000 palavras. A Clarice grifa as marcas de IA do texto e dá uma nota de 0 a 100. Quanto mais alta a nota, mais o texto soa como você.
A reunião durou duas horas e terminou com três decisões. Não é pouco, é o trimestre inteiro. O resto ficou para a semana que vem.
A nota cai em uma de quatro faixas. Embaixo dela, o painel mostra a frequência: "1 marca de IA a cada N palavras".
As marcas de IA dominam o texto. Reescrever os grifos sobe a nota rápido.
As marcas se repetem pelo texto, e quem lê tende a notar.
Uma ou outra marca aparece. Vale olhar os trechos grifados.
Poucas marcas ou nenhuma. O texto soa como alguém escrevendo.
Não é luxo, é parte do trabalho.
O risco, claro, é desperdiçar a crise. Abrindo o parágrafo, a frase tenta soar como manchete.
A lição mais útil talvez seja esta: medidas populares nem sempre funcionam.
Liderar é mais do que dar ordens.
A mudança afeta não apenas o caixa, mas também a cultura.
Num cenário cada vez mais desafiador, cada decisão conta.
O plano — ambicioso, caro e, segundo a diretoria, urgente — exige tempo.
O que mais perguntam sobre a nota, o limite de palavras e o que acontece com o texto.
Não no sentido de dizer quem escreveu. O Slopômetro conta marcas de IA, construções que aparecem muito em textos gerados por IA. Um texto humano pode ter várias delas, e um texto de IA pode não ter nenhuma.
Não. O texto é analisado e descartado; nada fica guardado na sua conta ou em outro lugar.
Até 1.000 palavras por análise, dentro do limite gratuito do editor da Clarice. Textos com menos de 50 palavras são grifados, mas ficam sem nota.
A nota vale para o texto que foi medido. Ao editar, ela some; clique em "Medir o slop do texto" para medir a versão nova.
Funciona com qualquer texto em português. A nota mostra quantas marcas de IA o texto tem, venha de onde vier.
Com uma conta grátis, a Clarice sugere uma reescrita para cada trecho grifado, direto no editor.